[...]"Então, por favor, não diga que está com raiva de mim. Pois você é tudo que eu tenho."
"Para. Eu não estou com raiva de você, agora me deixa."
Eles estão de costas um para outro.
Com
movimentos únicos e uniformes, juntos, eles abaixam devagar e caem de joelhos.
Os dois viram-se e seus rostos ficam muito próximos.
Eles se estudam quase
ofegantes.
Ele aproxima-se mais. Ela fecha calmamente os olhos.
Agora um sente a
respiração do outro. É nítido que os corações palpitam.
Ele tenta percorrer os únicos centímetros que os separa.
Ela abaixa a cabeça. Gira levemente o corpo para o lado e levanta-se.
E corre.
Ele deita de
olhos fechados. E fica.
Ela não estaria pronta...
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